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CULTURA
NA eSTRADA

ALTER DO CHÃO 
Amazon - Pará

Entre Rios, Areias e Saberes

Until the 18th century, Alter do Chão was mostly inhabited by Borari indigenous communities. 
 

The Borari are one of the 180 indigenous peoples that live in the Brazilian Amazon, in the Baixo Tapajós region, on the banks of the Tapajós River. There are approximately 500 Borari families, around 2,000 people, who live in their original territory, Alter do Chão. 

 

In the discourse that “there are no indigenous peoples in Alter do Chão” there is an intention to make these peoples invisible, despite the fact that the Borari never left their villages, but were swallowed up by the urbanization of Alter. These false news show how the political and economic power, which is interested in their lands and waters in the region, spares no efforts to erase the existence of the Borari indigenous people in the region. 

The origin of the name of the Brazilian village is a tribute to the Portuguese village of Alter do Chão. At the beginning of the 20th century, Alter do Chão was one of the transport routes for latex extracted from rubber trees in Belterra and Fordlândia.

It is one of the administrative districts of the municipality of Santarém, in the state of Pará. Located on the right bank of the Tapajós River, about 37 kilometers from Santarém, being its main tourist point. It houses the most beautiful freshwater beach in the world, according to the English newspaper The Guardian. Popularly known as the Brazilian Caribbean.

Como chegar

O aeroporto mais próximo é o de Santarém, dependendo do horário do desembarque do voo e o quanto você pode disponibilizar para este gasto, existem algumas opções: 

- O mais econômico é ir de ônibus urbano para Alter do Chão, todas as informações e horários podem ser acessados no site da Empresa O Boto - Alter do Chão.

 

- Transfer/táxi: Recomendo os serviços do Pádua (93) 99122-0564, que foi muito gentil e prestativo, e o valor foi justo para uma cidade turística. Sugiro agendar com antecedência ao dia da sua chegada.

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Recomendo reservar alguns dias para visitar Santarém, antes de ir para Alter ou quando retornar e partir para o próximo destino.​​

O nosso propósito é compartilhar roteiros de viagem elaborados a partir das minhas próprias experiências e viagens. São roteiros que podem ser facilmente adaptados de acordo com os seus interesses, preferências e ritmo de viagem.

 

A proposta não é oferecer informações detalhadas sobre hospedagem, restaurantes, melhor época para viajar ou outros aspectos práticos da viagem, mas compartilhar experiências, lugares e sugestões de roteiros que possam servir de inspiração para você planejar a sua própria jornada.

Alter do Chão era habitada majoritariamente pelo povo originário Borari, que vivem na Amazônia brasileira, especialmente na região do Baixo Tapajós. Atualmente, cerca de 500 famílias Borari, aproximadamente 2 mil pessoas, vivem em Alter do Chão, em seu território originário.

Apesar das transformações provocadas pela urbanização, os Borari nunca deixaram de existir nem de reivindicar sua relação ancestral com esse território. O crescimento urbano e os interesses políticos e econômicos sobre as terras e as águas da região tornam ainda mais importante reconhecer, preservar e dar visibilidade à história, à cultura e aos direitos desse povo.

Dicas

Reserve, no mínimo, cinco dias para conhecer Alter do Chão com tranquilidade e aproveitar alguns dos passeios de barco pelo Rio Tapajós e pelo Amazonas, que podem ser contratados diretamente no local. Se você tiver a possibilidade de permanecer por mais alguns dias, recomendo aproveitar o tempo extra para explorar a região com mais calma.

A melhor época para visitar Alter do Chão é, na verdade, aquela que você tem disponível. As paisagens se transformam de acordo com o nível das águas, e o acesso a determinados lugares pode ser feito de barco ou por terra, proporcionando experiências diferentes em cada período do ano.

Explore a ilha, caminhe pela praia de areias branquinhas, aproveite para sentar à beira da lagoa, tomar banho no Rio Tapajós e ver um belíssimo por do sol.

Passar o dia na Ilha do Amor é ponto obrigatório no seu roteiro. A travessia pode ser feita através dos barqueiros locais, que ficam atracados bem próximo à praça central. É a forma mais barata de travessia.​

 

Contrate os passeios turísticos diretamente com os barqueiros ou com as agências locais que ficam na orla. Vale a pena pesquisar, comparar os preços e negociar. Eles já oferecem diferentes roteiros, que podem ser agendados de acordo com os seus interesses, preferências e disponibilidade.

Recomento contratar os serviços do Alonso (93) 8802-7436, barqueiro super simpático e prestativo e que proporcionou todos estes incríveis passeios pelas grandes águas destes rios imensos e maravilhosos.

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