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  • Paracas, Peru | Cristina Floria

    Paracas Peru A cultura Paracas (850 a.C. - 200 d.C.) é pré-incaica e habitava uma faixa litorânea entre o vale de Cañete e a bacia do Rio Grande de Nazca, no centro-sul do Peru. É reconhecida pelos tecidos, obra de arte característica desta cultura, e os avanços tecnológicos na irrigação. Algumas das descobertas mais significativas relacionadas à cultura Paracas foram encontradas no Cerro Colorado, próximo à entrada para a Reserva Nacional de Paracas, incluindo a necrópolis de Wari Kayan. Paracas na língua quíchua significa chuva de areia ( para , chuva, aco , areia). Como chegar São cerca de 3 horas e meia de viagem a partir de Lima. A forma mais econômica é viajar de ônibus com a empresa Cruz del Sur que faz este trajeto, em vários horários diários. Contratar os serviços de agência turística para fazer um bate volta, - Lima/Paracas/Lima, mas se o tempo disponível for mais de 1 dia, aconselho incluir no roteiro Huacachina e Nasca, além de Paracas. Recomendo a Peru Hop , que tem pacotes para todos estes lugares, incluindo Arequipa e Cusco, com flexibilidade de poder parar nestes lugares por mais de 1 dia. No pacote já estão incluídos alguns passeios, que são imperdíveis para fazer em Paracas: visitar as Ilas Ballestas e a Reserva Nacional de Paracas. O nosso propósito é compartilhar roteiros de viagem, que foram elaborados para as minhas viagens em particular, mas que podem ser perfeitamente adaptados de acordo com os seus interesses, sem a pretensão de trazer informações sobre hospedagem, restaurantes, moeda local, melhor época para viajar, documentos necessários etc. Informação importante ! Não deixem para fazer câmbio em Paracas, porque é o lugar com a menor taxa de câmbio. Por ser um local turístico, os restaurantes são caros comparados a outros locais no Peru. A riqueza dos trabalhos têxteis paracas contrasta com a aridez do deserto onde foram encontrados. Os bordados alcançaram um impressionante nível de detalhe nas pequenas figuras quase tridimensionais. A maioria da arte têxtil paracas conhecida hoje é proveniente dos fardos funerários, que eram envolvidos pelos mantos paracas, e que continham importante informação religiosa que acompanhava o morto na sua outra vida. O culto aos mortos foi uma prática muito importante no antigo Peru. Fonte: Museo AMANO , Lima/Peru; Museo Larco , Lima Peru. O que fazer em Paracas Visitar alguns locais na Reserva Nacional de Paracas, que cobre 335.000 hectares, abrangendo ilhas, praias e deserto. É uma das 66 áreas naturais protegidas do Peru, que abriga cerca de 200 tipos de aves, entre outras espécies marinhas. As Ilhas Ballestas fazem parte da Reserva Nacional de Paracas. É um santuário onde se unem dois marcos do Peru : abriga a única praia vermelha da América do Sul, uma das cinco do mundo (dividida entre Marrocos, Havaí, e duas na Grécia), é também o lugar onde desembarcou pela primeira vez o libertador José de San Martín, herói da independência do país. Candelabro Geoglifo de 117m de altura por 67m de largura, se encontra no Cerro Talpo. A origem e finalidade dele é desconhecida. Reserva Nacional de Paracas, Ica Clique na imagem para ampliar. Islas Ballestas Clique na imagem para ampliar. EXPLORE Lima, Peru Nasca, Peru Chinchero, Peru Cusco, Peru Machu Picchu, Peru Vale Sagrado dos Incas, Peru Vale Sul de Cusco, Peru Up

  • Rio Tapajós | Cristina Floria

    Rio Tapajós Amazônia - Pará The Tapajós River rises at state do Mato Grosso , lard part of state do For and flows into Amazon river. The Tapajós river basin covers 6% of the waters of amazon basin , being the fifth largest basin in the system. The length of the Tapajós River is 1,784 meters. The name Tapajós originates from the Tapajó indigenous people. Illegal mining in the Amazon, both on land and on rivers (rafts), has grown in recent years. The Tapajós Basin is one of the regions where this growth has been most expressive in Brazil, and it is where the mining area has tripled in the last 10 years, growing to the equivalent of an area the size of the city of Porto Alegre. Clique na imagem para ampliar e ter acesso às informações sobre alguns locais maravilhosos, às margens do Rio Tapajós, que você precisa conhecer! EXPLORE Canal do Jari and Enchanted Forest Floresta Encantada, Brasil santarem Alter do Chão Up

  • literatura | Cristina Floria

    Livros publicados sobre povos originários. LITERATURE Tradition and Resistance – Meeting of Indigenous Peoples Editions Sesc SP, 2008 Organization: Cristina Flória and Ricardo Muniz Fernandes Book with enclosed DVD. Conferences held during the event Tradition and Resistance — Meeting of Indigenous Peoples, which were part of the World Cultural Forum 2004, at Sesc Belenzinho. Click here to access Edições Sesc SP Wamrêmé Za'ra–Our Word, myth and history of the Xavante people Publisher Senac São Paulo, 1998 Coordination and research: Cristina Flória Written from reports and narratives of the oral history of the Xavante, from Aldeia Pimentel Barbosa, Mato Grosso. Accompanied by indigenous designs. Up

  • CURSOS/OFICINAS | Cristina Floria

    Atua na elaboração, administração, planejamento, curadoria e produção cultural de projetos. Oferece cursos de elaboração de projetos culturais e produção cultual. "Culture is the set of distinctive spiritual, material, intellectual and affective traits that characterize a society and a social group. It encompasses, in addition to arts and letters, ways of life, fundamental human rights, value systems, traditions and beliefs. It gives man the ability to reflect on himself." (UNESCO) Up

  • Humahuaca e Iruya | Cristina Floria

    Humauaca e Iruya Argentina O Noroeste Argentino se caracteriza por seus diferentes ambientes geográficos ou unidades geoculturais, conhecidas como Puna, Vales e Quebradas e Chaco, imbricadas dentro de duas unidades maiores definida como Área Andina e Grande Chaco. As características geográficas, históricas e culturais, desde o passado pré-hispânco, estão fragmentadas de maneira artificial, como consequência do processo histórico e político ocorrido com a chegada dos espanhóis em território Argentino. O termo"Quebrada"quer dizer vale profundo, declive feito pela água. A região desde sempre foi um ponto de comunicação econômica, social e cultural. É habitada há mais de 10.000 anos, desde que aí se estabeleceu um pequeno aldeamento de caçadores-recolectores . Foi uma rota de caravanas para o Império Inka no século XV, e depois tornou-se uma importante ligação entre o Vice-reino do Rio da Prata e o Vice-Reino do Peru , bem como palco para algumas das batalhas da Guerra da Independência Argentina . Como chegar? Partindo de Salta tem ônibus intermunicipais que saem do Terminal Rodoviário de Salta , que fica bem próximo ao Teleférico. Utilizei os serviços da Empresa Balut, ônibus confortável, com várias opções de horário para Humahuaca. O nosso propósito é compartilhar roteiros de viagem, que foram elaborados para as minhas viagens em particular, mas que podem ser perfeitamente adaptados de acordo com os seus interesses, sem a pretensão de trazer informações sobre hospedagem, moeda local, melhor época para viajar, documentos necessários etc. Terminal Rodoviário de Humahuaca The peoplesChané ,wichi ,Guarani ,Qon (Toba )cry ,Chulup i,Andean Kolla ,Diaguita people ,Atacama , among others, recognized themselves as originating in the last Population Census of 2010. Therefore, pre-existing in the formation of the Argentine Nation State (1853-1880). In the current National Constitution of 1994, in Art. 74, Item 17 and Provinçal of 1986, Art.15, the right to land, identity and culture of these peoples is recognized, therefore they are protagonists of their history. The estimate of the population of native peoples in Argentina, according to the last census, is 955.32 people. In Salta Province there are 79,204 people, which corresponds to 6.5% of the population that recognizes itself as indigenous. This corresponds to almost three times the national average, which is 2.4%. These figures indicate that there is a process of self-recognition and also recognition by the State of the population of native peoples in the country. Source: Salta Museum of Anthropology The Argentine Northwest is characterized by its different geographic environments or geocultural units, known as Puna, Valleys and Quebradas and Chaco, intertwined within of two larger units defined as the Andean Area and Grande Chaco, with geographical, historical and cultural characteristics from the pre-Hispanic past, artificially fragmented as a result of the historical and political process that occurred with the arrival of the Spaniards in Argentine territory. One of the most beautiful places in this region is undoubtedly the Quebrada de Humahuaca, valley in the Province of Jujuy, which was declared by UNESCO in 2003 as c as a World Heritage Site. The term "Quebrada" means deep valley, slope made by water. The region has always been a point of economic, social and cultural communication. It has been inhabited for over 10,000 years, since a small village was established de hunter-gatherers . It was a caravan route for o Inka Empire no XV century . Afterwards, it became an important link between o Viceroyalty of the River Plate and o Viceroyalty of Peru , as well as playing host to some of the battles da Argentine War of Independence . O que fazer em Humahuaca Conhecer a Serrania de Hornicol , Patrimônio Mudial da Humanidade, em 2003. O cerro tem 14 cores, fica a 4.350 metros de altura acima do nível do mar. Um dos lugares mais incríveis do mundo, ficaria ali o dia inteiro apreciando os cerros coloridos! No terminal rodoviário tem vários motoristas locais que oferecem o passeio até o local, que fica a 45Km de Humahuaca. É a forma mais econômica de fazer este passeio turístico. A Quebrada de Humahuaca é um dos lugares mais lindos desta região! Conhecer Iruya , que fica a cerca de 3 horas de viagem partindo de Humahuaca, de ônibus urbano. As passagens são vendidas no terminal rodoviário. Fique atento porque são 2 a 3 horários diários. Uma aventura que merece ser vivida! Serrania do Hornicol Iruya Clique na imagem para ampliar e ter acesso às informações sobre Humauaca, Iruya e arredores. EXPLORAR Salta, Argentina Purmamarca, Argentina Deserto do Atacama, Chile Up

  • Machu Picchu | Cristina Floria

    Machu Picchu Peru Machu Picchu em quíchua, significa velha montanha. Pesquisas recentes apontam que os incas provavelmente se referiam ao local como Huayna Picchu . Fica no vale do rio Urubamba, a 2.400 metros acima do nível do mar. Acredita-se que tenha sido construída em meados do século XV, e habitada por cerca de um século. Pesquisas recentes apontam que era habitada desde 1420, e que a cidade teria sido construída antes do reinado de Pachacuti, antes mesmo do surgimento do Império Inca, mas serão necessárias novas pesquisas para esclarecer essa questão. Apenas cerca de 30% da cidade é construção original, o restante foi reconstruído. A construção original é formada por pedras maiores com encaixes e com pouco espaço entre as rochas. As áreas reconstruídas são facilmente reconhecidas pelo encaixe entre as pedras. Os historiadores acreditam que Machu Picchu era um local sagrado relacionado com o Deus Inti, e que era um refúgio do imperador inca. Em 1981, Machu Picchu foi considerada Patrimônio Histórico do Peru . Em 1983, Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Em 2007, foi eleita uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, por meio de uma enquete popular. Como chegar De Cusco para Machu Picchu o trajeto é feito de ônibus e trem. Eu fiz este trajeto com a PeruRail, ótimo serviço e pontuais, recomendo. É aconselhável comprar com antecedência, diretamente no site da empresa ou com as agências turísticas, que são mais caras. A entrada no Parque tem limite diário de visitantes, portanto é necessário comprar com antecedência o bilhete, que pode ser adquirido através do site. Link: https://tuboleto.cultura.pe/llaqta_machupicchu Aconselho a comprar este bilhete antes de fechar a compra do bilhete do trem, devido a grande procura e fluxo de visitantes ao Parque. O trajeto de Águas Calientes até a entrada do Parque , pode ser feita de ônibus, comprando o bilhete quando chegar em Águas Calientes ou fazer o trecho a pé. Curiosidade Machu Picchu é o local mais procurado por quem visita o Peru, são cerca de 4.000 pessoas por dia, em média, que visitam Machu Picchu. O que significa 1,5 milhão de visitantes por ano. A alta procura levou o governo peruano a limitar a quantidade de turistas para garantir a preservação ambiental do local e do próprio sítio arqueológico. Clique na imagem para ampliar. EXPLORAR Cusco, Peru Vale Sagrado dos Incas, Peru Vale Sul de Cusco Chinchero, Peru Up

  • Dia da Beleza Indígena | Cristina Floria

    INDIGENOUS BEAUTY DAY Tekoa Ytu Village - Jaraguá, São Paulo Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Guarani Mbyá Tekoa Ytu village Up

  • Alter do Chão | Cristina Floria

    ALTER DO CHÃO Amazon - Pará Until the 18th century, Alter do Chão was mostly inhabited by Borari indigenous communities. The Borari are one of the 180 indigenous peoples that live in the Brazilian Amazon, in the Baixo Tapajós region, on the banks of the Tapajós River. There are approximately 500 Borari families, around 2,000 people, who live in their original territory, Alter do Chão. In the discourse that “there are no indigenous peoples in Alter do Chão” there is an intention to make these peoples invisible, despite the fact that the Borari never left their villages, but were swallowed up by the urbanization of Alter. These false news show how the political and economic power, which is interested in their lands and waters in the region, spares no efforts to erase the existence of the Borari indigenous people in the region. The origin of the name of the Brazilian village is a tribute to the Portuguese village of Alter do Chão. At the beginning of the 20th century, Alter do Chão was one of the transport routes for latex extracted from rubber trees in Belterra and Fordlândia. It is one of the administrative districts of the municipality of Santarém, in the state of Pará. Located on the right bank of the Tapajós River, about 37 kilometers from Santarém, being its main tourist point. It houses the most beautiful freshwater beach in the world, according to the English newspaper The Guardian. Popularly known as the Brazilian Caribbean. Como chegar? Car O aeroporto mais próximo é o de Santarém, dependendo do horário do desembarque do voo e o quanto você pode disponibilizar para este gasto, existem algumas opções: - O mais econômico é ir de ônibus urbano para Alter do Chão, todas as informações e horários podem ser acessados no site da Empresa O Boto - Alter do Chão . - Transfer/táxi : Recomendo os serviços do Pádua (93) 99122-0564 , que foi muito gentil e prestativo, e o valor foi justo para uma cidade turística. Sugiro agendar com antecedência ao dia da sua chegada. Recomendo reservar alguns dias para visitar Santarém, antes de ir para Alter ou quando retornar e partir para o próximo destino. Clique aqui para acessar informações sobre Santarém O nosso propósito é compartilhar roteiros de viagem, que foram elaborados para as minhas viagens em particular, mas que podem ser perfeitamente adaptados de acordo com os seus interesses, sem a pretensão de trazer informações sobre hospedagem, restaurantes, melhor época para viajar etc. Ilha do Amor Dicas Reserve no mínimo 5 dias para ficar em Alter e fazer alguns passeios turísticos de barco pelo Rio Tapajós e Amazonas, que pode ser contratado no local. A melhor época do ano para ir para Alter do Chão é a que você tem como possibilidade, porque as paisagens mudam de acordo com as águas, e os acessos a determinados locais são possíveis de barco ou por terra. Estive em Alter durante 5 dias, no final do mês de agosto, que foi suficiente para conhecer lugares incríveis, mas se você tiver a possibilidade de ficar mais alguns dias eu recomendo. O que fazer? Passar o dia na Ilha do Amor é ponto obrigatório no seu roteiro. A travessia pode ser feita através dos barqueiros locais, que ficam atracados bem próximo à praça central. É a forma mais barata de travessia. Explore a ilha, caminhe pela praia de areias branquinhas, aproveite para sentar à beira da lagoa, tomar banho no Rio Tapajós e ver um belíssimo por do sol. Contratar passeios turísticos com os barqueiros ou agências locais, que ficam na orla. O importante é pesquisar, comparar os preços e pechinchar. Eles já oferecem os roteiros e você agenda de acordo com as suas preferências e possibilidades. Recomento contratar os serviços do Alonso, barqueiro em Alter do Chão, super simpático e prestativo e que proporcionou todos estes incríveis passeios pelas grandes águas destes rios imensos e maravilhosos. Contato do Alonso: (93) 8802-7436 clique na imagem para ampliar Explore Canal do Jari and Enchanted Forest Floresta Encantada, Brasil Tapajós santarem Up

  • Santiago de Compostela | Cristina Floria

    Santiago de Compostela Capital da comunidade autônoma da Galiza. Um dos destinos de peregrinação cristã mais importantes do mundo. Fundada no século IX, destacando a Catedral de Santiago onde alberga o túmulo de Santiago Maior, um dos apóstolos de Jesus Cristo. Em 1985 foi declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO. Foi uma das capitais européias da cultura. É uma importante cidade universitária, devido a sua universidade pública fundada em 1495. Como chegar É possível chegar em Santiago de ônibus partindo de Braga. A passagem pode ser adquirida na Central de Camionagem em Braga. https://www.busbud.com Viajei pela Cia ALSA, que oferecia 4 horários diários para a Estación de Autobuses de Santiago de Compostela. São cerca de 4 horas de viagem em ônibus confortável. Vale muito a pena fazer esta viagem, é uma oportunidade de conhecer alguma cidades do norte da Espanha, porque o ônibus para em alguns terminais de cidades importantes do norte, como Vigo e Pontevedra. O que fazer em Santiago Lugares para visitar: Catedral de Santiago – túmulo de Santiago Maior Museu da Catedral Coléfio de São Jerónimo Palácio de Raxoi Hospital dos Reis Católicos Universidade – fundada em 1495 Praça do Obradoiro Rua do Franco Arcada na Rua do Vilar Up

  • Chinchero, Peru | Cristina Floria

    Chinchero Peru Chinchero , “onde nasce o arco-íris”, em quichua, é um distrito da região de Cusco, localizado na província de Urubamba e faz parte do Vale Sagrado dos Incas. Inicialmente, era o povo Ayarmaca quem vivia no local. Segundo fontes históricas, estima-se que a ocupação do local tenha começado há pelo menos dois mil anos, com base em vestígios encontrados na região. O território Ayarmaca ocupava todo o norte e noroeste do Departamento de Cusco, incluindo Chinchero, Ollantaytambo, Calca, Chita e Písac. Chinchero foi incorporada ao Império Inca por volta do século XVI, e foi o local de residência do imperador inca Túpac Inca Yupanqui. Hoje é um sítio arqueológico com ruínas incas, terraços e construções de estilo colonial. A língua predominante é o quichua, embora quase todos os habitantes desta área falam espanhol como segunda língua. Em Chinchero tem aproximadamente 12 comunidades que mantém o sistema incaico denominado “ayllu ”, forma de comunidade onde as famílias com laços de parentesco vivem juntas, trabalham em conjunto, compartilham terras e recursos, e ajudam uns aos outros em diversas atividades, como agricultura, construção de casas e defesa da comunidade. O negro e o vermelho são as cores que caracterizam a população de Chinchero. Outra característica importante é o penteado das mulheres, que usam múltiplas pequenas tranças adornadas pelo seu belíssimo chapéu. Chinchero é Patrimônio Mundial da Humanidade. Clique na imagem para ampliar. clique na imagem para ampliar Processo do tingimento natural e tear das artesãs de Chinchero Clique na imagem para ampliar. EXPLORAR Cusco Peru Machu Picchu, Peru Vale Sagrado dos Incas, Peru Vale Sul de Cusco Up

  • Huacachina, Peru | Cristina Floria

    Huacachina Deserto de Ica Huacachina está localizada na província de Ica, no Peru. Tem uma população permanente de cerca de 100 pessoas. Diz a lenda local, que enquanto uma bela princesa nativa se banhava na piscina, ela foi presa por um jovem caçador. Na fuga da princesa, a água da piscina em que ela se banhava tornou-se uma lagoa, e enquanto ela fugia as dobras do seu manto, que se contorciam enquanto ela corria, tornaram-se as dunas de areia ao redor da lagoa. A princesa se transformou em uma bela sereia que ainda vive nas águas da lagoa de Huacachina. O nosso propósito é compartilhar roteiros de viagem, que foram elaborados para as minhas viagens em particular, mas que podem ser perfeitamente adaptados de acordo com os seus interesses, sem a pretensão de trazer informações sobre hospedagem, restaurantes, moeda local, melhor época para viajar, documentos necessários etc. Chamado de "Oásis da América". É um pequeno oásis cercado por dunas de areia. Foi construída em torno de um pequeno lago natural no deserto. O que fazer em Huacachina Os passeios de buggy e sandboard . O passeio de buggy é com muito emoção, os bugueiros entram com tudo nas dunas, é uma verdadeira aventura com muita adrenalina. As dunas podem chegar a 30 m de altura. O sandbord, nada mais é que a descida das dunas sob uma prancha, geralmente está incluído no buggy. Este passeio está incluído no roteiro da Peru Hop , com direito a apreciar o belíssimo por do sol, após as aventuras sobre as areias do deserto de Ica. Caminhar ao redor do lago sem pressa e apreciar a vista, pela manhã ou após o passeio pelas dunas é uma ótima pedida. Clique na imagem para ampliar. EXPLORAR Lima, Peru Paracas, Peru Nasca, Peru Chinchero, Peru Cusco Peru Machu Picchu, Peru Vale Sagrado dos Incas, Peru Vale Sul de Cusco, Peru Up

  • curadoria | Cristina Floria

    Projetos com curadoria de Cristina Floria e compartilhada. Araetá: a Literatura dos Povos Originários Exposição Piõ Uptabi Warã - Encontro de saberes Araetá: a Literatura dos Povos Originários 1/7 CURATED Araetá - A Literatura dos Povos Originários Araetá - A Literatura dos Povos Originários traz um recorte da produção literária de autoria indígena no Brasil, com enfoque na produção 105 autores de livros escritos e narrados por indígenas em língua portuguesa e nativa. Com curadoria de Selma Caetano, Ademário Ribeiro Payaya e Kaká Werá Jecupé, a mostra conta com a consultoria de Daniel Munduruku e do linguista Araibo Kezo. Denilson Baniwa assina o painel de abertura e a identidade visual. A exposição também apresenta um universo visual vinculado à literatura indígena, por meio de objetos, ilustrações e fotografias. Araetá expõe a produção de 14 fotógrafas e fotógrafos de 12 diferentes povos, com curadoria de Cristina Flória e Richard Werá Mirim. Confia aqui a galeria de fotos da exposição. Clique aqui para acessar o catálogo. Sesc Ipiranga, 2023 Exibição do filme com a presença de Sonia Barbosa e Irene, da Terra Indígena Jaraguá, e Cristina Flória, diretora artística do filme. Sesc São Carlos, 2021 March 25 and 26, Saturday and Sunday Workshop on Saturday Exhibition and sale of handicrafts on Sunday Free. Location: Outdoor living area - Sesc São Carlos Panorama of Indigenous Cinema Curator: Cristina Floria I find them online forums discussed film productions performed by indigenous directors, who act to disseminate their productions por through their works and actions. Mario de Andrade House Museum, São Paulo, 2022 Da ideia ao projeto: elaboração de projetos culturais para povos indígenas C urso on-line com a presença de palestrantes indígenas: Naine Terena, Eliane Xunakalo, Anápuàka Tupinamba, Cristino Wapichana Curadoria e Mediação: Cristina Flória, Cristino Wapichana e Jailton Carvalho Sesc Pinheiros, 2022 Introduction to Cultural Production for Indigenous Peoples Curatorship: Cristina Floria, Cristino Wapichana eJailton Carvalho The online course Introduction to Cultural Production is aimed at indigenous participants and offers basic knowledge about cultural production free of charge. Indigenous Women: Representation and Visibility Curatorship: Cristina Floria It isJailton Carvalho Dialogues and reflections on the actions of indigenous women in their communities and outside them, their actions in the fields of education, health, professional development and political empowerment. Warã: Meeting of Knowledge Curatorship: Cristina Floria It isMarília Cyrne Rounds of conversations, interventions, experiences, video exhibitions and visit to the Guarani village., Tekoa Itu. The Meeting promoted reflections on the traditional knowledge of the Guarani (SP), Xavante (MT) and Krahô (TO) peoples, and their relationships with different types of knowledge. Paths of Mario - Ethnography at Sao Paulo City Curatorship: Cristina Floria e Sérgio Fogaça Course that provided a revisit to Mário de Andrade's paths through the city of São Paulo, with reading activities in the field of ethnography, documents from the Society of Ethnography and Folklore and a visit to the institution's old building. Contemporary Resistances - Meetings of Indigenous Peoples Curatorship: Cristina Floria Reflections on indigenous societies and their right to diversity. Meeting that was part of the exhibition “Adornos do Brasil Indígena: contemporary resistance”, the result of a partnership between Sesc SP and USP - Museum of Archeology and Ethnology of USP . Mekukradja Curatorship: Daniel Munduruku ,cristino wapichana ,Cristina Floria ,Junia Torres It isAndrea Tonacci . Five conversation sessions, with indigenous representatives of various ethnic groups. Traditional Knowledge in contemporary society Curatorship: Cristina Floria Meeting with indigenous leaders for a reflection on indigenous societies and their traditional knowledge, which are in continuous creation and production of diverse sets of knowledge. Meeting with Indigenous Women Curatorship: Cristina Floria Meeting with representatives of the Karajá, Yawalapiti, Kamaiurá peoples. Bakairi and Guarani, for a reflection on the indigenous feminine universe. Up

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