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- Kunhangue Arandu: a sabedoria das mulher | Cristina Floria
Kunhangue Arandu: the know women's doria It was carried out in the Jaraguá Indigenous Land, in the municipality of São Paulo, in the villages of Tekoa Ytu, Tekoa Pyau, Tekoa Itakupe, Tekoa Yvy Porã and Tekoa Ita Endy. It reveals the universe of Guarani indigenous women, in their fight for the transmission and perpetuation of their culture, and the forms of resistance to maintain the nandereko , the Guarani way of being. FESTIVALS: Pará Ethnographic Film Festival CineOP - 16th. Ouro Preto Film Festival XI Pachamama International Festival CineKurumin 2021 1st Dh_fest - Festival of Culture in Human Rights CREDITS testimonials: Ara Mirim Sonia, Arajera Cristina, Araju Ara Poty, Djera Rete Mirim Marcia, Jaxuka Ara Patrícia, Jaxuka Jaci Martins, Jera Poty Ju Eunice, Jerá Poty Virgínia, For Mirim Irene, For Mirim Jaciara, For Yry Geni. participation:Ara Mirim Franciele, Ara Paloma, Ara Poty Mirim Tayune, Djerá Mirim Vanessa, Mari Bolgarim ,To Rete Marilene direction:ALBERTO ALVARES, CRISTINA FLORIA director of photography: ALBERTO ALVARES images: ALBERTO ALVARES, CARLOS SANCHES, CRISTINA FLORIA aerial image and colorist:FABIO FONTES edition:CARLOS SANCHES direct sound:DOUGLAS TEIXEIRA, LUCAS FLORIA mixing:ANDRE "KBELO" SANGIACOMO screenplay, script and production direction: CRISTINA FLORIA leaders: Jam Jekupe Jurandir, Karaí Jekupe Thiago Martins, David Karai Popygua, Verá Mirim Marcio Boggarim, Wera Popygua Nilson da Silva, Sergio Fernandes Guarani Guarani translation and proofreading:Alberto Alvares e Marcio Boggarim revision: Helen Ribeiro Support: Tela Mágica Productions production:A 2.0 Artistic Productions realization:SESC TV DATASHEET duration: 72 minutes year: 2021 Language: Portuguese and Guarani subtitle: portuguese Up
- Warã - Encontro de Saberes | Cristina Floria
Sesc Pinheiros 11/28 to 12/02 A curadoria foi uma construção conjunta entre mim, Cristina Flória , e Marília Cyrne , estudante de Ciências Sociais. Foi um processo muito rico de pesquisa, escuta e troca, no qual buscamos criar uma programação capaz de aproximar pessoas, culturas e diferentes formas de conhecimento. Nosso desejo era proporcionar encontros verdadeiros, que despertassem a curiosidade, o diálogo e a vontade de conhecer e valorizar os saberes dos povos indígenas. 1/1 Um encontro de saberes, culturas e experiências Free programming open to the public. This event hosted conversation circles, interventions, video exhibitions and a visit to the Guarani indigenous village,_cc781905-5cde-3194-bb3b- 136bad5cf58d_promovendo reflections on traditional knowledge of the Guarani (SP), Xavante (MT) and Krahô (TO) peoples and their relationships with the diverse knowledge shared with other cultures. The curatorship was made by the cultural producer Cristina Floria and by the student of Social Sciences Marília Cyrne . With Patricia Rodrigues - Pagu, Alberto Alvares, Wera MC, Marcia Djerá Mirim, Sonia Ara Mirim, Vanessa Fernandes, Suptó Xavante, Eduardo Xavante, José Paulo, Xavante, Adauto Xavante, Lincon Xavante, Getúlio Krahô, Osmar Krahô, Maria José Krahô, Mara Krahô, Ismael Krahô, Letícia Sabatella, Tatiana Amaral, Marina Herrero, Sesc TV. Curatorship: Cristina Flória e Marília Cyrne Production Assistant: Lucas Floria Administration: A 2.0 Artistic Productions Realization: Sesc SP Up
- Cristina Flória - Fotografia
Trabalhos fotográficos de Cristina Flória Dasiwa'uburézé: our culture Village Pimentel Barbosa, MT The film was made in 2014 in the Pimentel Barbosa village, in the homonymous Indigenous Land. It reveals the oldest rituals of the A'uwê Uptabi people, as the Xavante call themselves. It relates through the ancients the myths of origin in cartoons, the very old stories and rituals. D eholders of orally transmitted knowledge, the elders are the repositories of memory, the mark of the past in the present. Most of those in this documentary are no longer with us, they left their stories recorded in this film for future generations. Our eternal thanks! To Sereburã, Hipru, Barbosa, Algostinho, Valdo, Eduardo, Marinho, Suptó, and the entire Xavante community of Pimentel Barbosa! Click here ,to access Cristina Flória's interview for Sesc TV Click here to watch the movie! clique na imagem para ampliar Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura Dasi'wauburéze: Nossa Cultura CREDITS direction and production: CRISTINA FLÓRIA, WAGNER PINTO images: DUIREWÊ (LINCON) XAVANTE, TAMARA KA, DENILSOM BELEZI, ALEX SANTOS edit: ESTEVÃO NUNES TUTU screenplay, production direction and script: CRISTINA FLORIA support: TELA MAGICA PRODUCTIONS production: A2.0 ARTISTIC PRODUCTIONS realization:SESC TV DATASHEET duration: 52 min year: 2014 language: a'uwê subtitle: portuguese FESTIVALS Cineamazon 17th. Edition (2020) Click here to watch the movie! Up
- Cristina Flória - Fotografia
Trabalhos fotográficos de Cristina Flória Piõ Höimanazé the Xavante woman in her art Etenhiritipa Village, MT The film reveals the wealth of knowledge that the A'uwê warriors, self-denominated Xavante, have preserved for thousands of years. Its secrets and the art of living, Höimanazé, which are transmitted from generation to generation until the present day. It contributes to elucidate what the indigenous feminine universe raises within us, for an understanding of being human, of being a woman. To read Cristina Flória's interview with Revista Planeta, Click here To watch, Click here clique na imagem para ampliar Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ H öimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem Piõ Höimanazé: A Mulher Xavante em sua Arte Média Metragem CREDITS direction and production: CRISTINA FLORIA images: JORGE PRODOTI XAVANTE, CAIMI XAVANTE, ESTEVÃO NUNES TUTÚ, NEIVAS ORTEGA edit: ESTEVÃO NUNES TUTU production direction and script: CRISTINA FLORIA realization:A 2.0 ARTISTIC PRODUCTIONS coproduction: SESC TV and A 2.0 ARTISICAL PRODUCTIONS DATASHEET duration: 40 min year: 2008 language: a'uwê subtitle: portuguese, english To watch the movie Click here AWARDS Best Indigenous Film, Mosquitão Trophy, Cine Clube Mosquito, Cabo Frio, RJ, 2019 Best Film at the Viva Floresta Viva Exhibition, at the III Film Festival in Floresta, Alta Floresta, MT, 2009 Best Medium Film, at the III Festival de Cinema na Floresta, Alta Floresta, MT, 2009 Best Film by the Popular Jury at the 1st Recife Ethnographic Film Festival, 2009 Up
- curadoria | Cristina Floria
Projetos com curadoria de Cristina Floria e compartilhada. CURATED Em cada projeto, busco construir pontes de respeito mútuo, inspiração e reflexão, reconhecendo a potência da arte e dos conhecimentos indígenas como formas vivas de transformação e diálogo. Filme Kunhangue Arandu Exposição Piõ Uptabi Filmagem - filme Piõ Höimanazé Filme Kunhangue Arandu 1/8 Up
- literatura | Cristina Floria
Livros publicados sobre povos originários. Através da coorganização de livros e do registro de narrativas tradicionais, atuo para que o conhecimento ancestral e as vozes indígenas alcancem novos espaços de escuta, transformando essa partilha em um registro histórico impresso e duradouro. Tradition and Resistance – Meeting of Indigenous Peoples Editions Sesc SP, 2008 Organization: Cristina Flória and Ricardo Muniz Fernandes Book with enclosed DVD. Conferences held during the event Tradition and Resistance — Meeting of Indigenous Peoples, which were part of the World Cultural Forum 2004, at Sesc Belenzinho. Click here to access Edições Sesc SP Wamrêmé Za'ra–Our Word, myth and history of the Xavante people Publisher Senac São Paulo, 1998 Coordination and research: Cristina Flória Written from reports and narratives of the oral history of the Xavante, from Aldeia Pimentel Barbosa, Mato Grosso. Accompanied by indigenous designs. Up
- Araetá | Cristina Floria
Araetá - A Literatura dos Povos Originários Araetá - A Literatura dos Povos Originários traz um recorte da produção literária de autoria indígena no Brasil, com enfoque na produção 105 autores de livros escritos e narrados por indígenas em língua portuguesa e nativa. Com curadoria de Selma Caetano, Ademário Ribeiro Payaya e Kaká Werá Jecupé, a mostra conta com a consultoria de Daniel Munduruku e do linguista Araibo Kezo. Denilson Baniwa assina o painel de abertura e a identidade visual. A exposição também apresenta um universo visual vinculado à literatura indígena, por meio de objetos, ilustrações e fotografias. Araetá expõe a produção de 14 fotógrafas e fotógrafos de 12 diferentes povos, com curadoria de Cristina Flória e Richard Werá Mirim. Fotógrafos e fotógrafas: Amanda Pankará, Cristian Arapiun, Edgar Kanaykõ Xakriabá, Isabella Kariri, Kaiti Toprame, Kamikia Kisedje, Kroñun Kaingang, Mre Gavião, O Guajajara, Palamido, Priscila Tapajowara, Richard Werá Mirim, Scott Hill, Vherá Xunú. Sesc Ipiranga, São Paulo, 2023/2024. clique na imagem para ampliar Confira aqui o Catálogo da Exposição Up
- Produção Cultural | Cristina Flória
Empresa de produção cultural, que atua na área do audiovisual, fotografia e das artes. Proprietária: Cristina Flória Cristina Flória é documentarista, produtora cultural e fotógrafa, com uma trajetória marcada pela defesa, registro e celebração dos saberes dos povos originários. Cientista Social pela PUC-SP e especialista em Gestão Cultural pelo Senac-SP, atua há anos no mercado cultural à frente da A 2.0 Produções Artísticas. Sua sensibilidade artística e profissional foi moldada nos anos 1990, período em que integrou a equipe permanente do Núcleo de Cultura Indígena (NCI), organização dirigida por Ailton Krenak, colaborando em projetos como o Centro de Pesquisa Indígena e a Embaixada dos Povos da Floresta. Na tela e nas páginas, Cristina traduz a potência e a magia das culturas tradicionais em obras premiadas internacionalmente (como pela UNESCO), com destaque para os documentários A'uwê Uptabi: o Povo Verdadeiro e Piõ Höimanazé: a mulher Xavante em sua arte , além de livros de memória oral e histórica. Atua também de forma expressiva na curadoria, elaboração de projetos e produção de grandes encontros culturais, oficinas e exposições em parceria com redes como o Sesc-SP, conectando o público contemporâneo à pluralidade e à resistência da literatura, da moda e do cinema indígena. Up
- Cristina Flória - Fotografia
Trabalhos fotográficos, audiovisual e gestão cultural de Cristina Flória Documentary filmmaker, cultural producer and photographer. Post-Graduation in Cultural Management, by Centro Universitário Senac/SP, Graduation and Degree in Social Sciences by PUC/SP, owner ofA 2.0 Artistic Productions , cultural enterprise, which operates in the market for several years in the field of cultural production. He was a member of the permanent team at the NCI - Nucleus of Indigenous Culture, between 1990 and 1999, non-governmental organization, led by Ailton Krenak, in the projects Indigenous Research Center - CPI e Embassy of the Peoples of the Forest. G races in contact with indigenous cultures , it was possible to sharpen my gaze about diversity is expressed r, in photographic and audiovisual records, the look that brings a singular cut in the magic of emotions. Highlighted the realization offilms documentaries: Kunhangue Arandu: The Wisdom of Women , held in Terra Indígena Jaraguá, 2021 (direction, script and production of the film). A'uté A'uwê Uptabi - to be an A'uwê child, held in Aldeia Xavante Pimentel Barbosa, 2017, ( direction, script and production of the film). Dasiwa'uburéze - our culture , held at Aldeia Xavante Pimentel Barbosa, 2014. ( direction, script and production of the film). Piõ Höimanazé – a Xavante woman in her Art, r performed in in the Xavante village Etenhiritipá, 2008 . ( direction, script and production of the film). Winner several awards: Mosquitão for Best Indigenous Film, 2019; Best Film by the Popular Jury, at the Recife Ethnographic Film Festival, 2009; Best Medium Film and Best Film Award at the Viva Floresta Viva Exhibition, at the III Film Festival in Floresta, MT, 2009; A'uwê Uptabi: true people , performed at Aldeia Xavante Pimentel Barbosa, 1988. ( direction and research). Winner of the UNESCO Peace and Culture awards and the OCIC Jangada Award, at the 1st International Environmental Film and Video Festival – FICA, Goiás, 1999. Book Organization Tradition and Resistance – Meeting of Indigenous Peoples , São Paulo, Edições Sesc, 2008. Coordination and Research of the Book Wamrêmé Za'ra – Our Word: Myth and History of the Xavante People , São Paulo, Editora Senac, 1998. Expert for analysis of technical opinion related to cultural projects of the National Culture Support Program – Pronac, for 5 years, for the Ministry of Culture/Secretariat for Fostering Culture – SEFIC (2010 and 2015). Cur love and production : Mbya Arandu: Guarani wisdom Mbya - Cinema, Workshops and Exhibition, Sesc São Carlos, 2023; From Idea to Project: elaboration of cultural projects for indigenous peoples , Online, Sesc Pinheiros, 2022; Panorama of Indigenous Cinema , Online, Casa Mario de Andrade Museum, 2022; Cultural Production for Indigenous Peoples, Sesc Pinheiros, 2021; Indigenous Women: representation and visibility , Sesc Pinheiros, 2019; Warã: meeting of knowledge , Sesc Pinheiros, 2018; Contemporary Resistance Cycle: Meeting of Indigenous Peoples , Sesc Pinheiros, 2016; Mekukradjá: Circle of Indigenous Knowledge , Itaú Cultural Institute, 2016; Traditional Knowledge in Contemporary Society , Research and Training Center, Sesc-SP, 2016; Meeting with indigenous women , Research and Training Center, Sesc-SP, 2015. Click here to access the portfolio Up
- cursos | Cristina Floria
Ótima oportunidade para adquirir conhecimentos básicos sobre a elaboração de projetos e as especificidades da produção cultural, com dinâmicas que levam à viabilidade de suas ideias e habilidades para atuação no mercado de trabalho cultural. CURSOS Great opportunity to acquire basic knowledge about project design and the specifics of cultural production, with dynamics that lead to the viability of your ideas and skills to operate in the cultural labor market. 2025 𝐃𝐢 á𝐥 𝐨𝐠𝐨𝐬 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐏𝐫𝐨𝐝𝐮 çã 𝐨 𝐂𝐮𝐥𝐭𝐮𝐫𝐚𝐥 𝐞 𝐌𝐞𝐫𝐜𝐚𝐝𝐨 𝐌ó𝐝𝐮𝐥𝐨 𝐈 e II 𝘊𝘰𝘮 𝘊𝘳𝘪𝘴𝘵𝘪𝘯𝘢 𝘍𝘭ó𝘳𝘪𝘢 Sesc São Carlos 𝐋𝐚𝐛 𝐕𝐚𝐥𝐨𝐫𝐢𝐳𝐚 Promoção de ações formativas de aprimoramento de empreendimentos voltado a pequenos produtores. Propõe o desenvolvimento de ferramentas criativas, inclusão e ampliação do repertório digital. Ver menos 2024 Curso on-line - ELABORANDO PROJETOS CULTURAIS PARA POVOS INDÍGENAS Curadoria e Produção: Cristina Flória / A 2.0 Produções Artísticas Realização: Sesc Pinheiros, 2024 PROGRAMAÇÃO - de 06 a 27/08 Panorama sobre as Produções Indígenas Palestrante: Naine Terena Escrevendo e produzindo o projeto cultural Palestrante: Trudruá Dorrico Planejamento de Custos e Prestação de Contas Palestrante: Eliane Xunakalo Fontes de financiamento - - As possibilidades e os desafios da produção cultural indígena na Política das fontes de investimento. Palestrante: Eva Potiguara Fontes de financiamento II Palestrante: Braulina Baniwa Ações de Mídia Palestrante: Anápuàka Tupinamba 2023 OLARES ORIGINÁRIOS: ENCONTRO COM CINEASTAS E FOTÓGRAFOS INDÍGENAS Com Kamikia Kisedje, Priscila Tapajowara, O Guajajara e Isabella Kariri. Mediação Cristina Flória. on-line Sesc Pinheiros, 2023 2022 FROM IDEA TO PROJECT: ELABORATION OF CULTURAL PROJECTS FOR INDIGENOUS PEOPLES With Cristino Whapichana, Naine Terena, Eliane Xunakálo, Anápuàka Tupinambá and Cristina Flória. Wednesdays and Fridays, 06/1 a and 07/20 - online 7 pm to 9:30 pm, 2022 Sesc Pinheiros PANORAMA OF INDIGENOUS CINEMA With Cristina Flória and guests: Thursdays, January 20th and 27th and February 3rd and 10th, from 7:00 pm to 9:00 pm, 2022 Mario de Andrade House Museum 2021 Introduction to Cultural Production for Indigenous Peoples Local:online 8 dates October 27th to November 20th, 2021 Sesc Pinheiros 2020 Dialogues between Cultural Production and the Post-pandemic Market Local:Mario de Andrade House November 5, 12, 19, 26, 2020 2019 From Idea to Project: elaboration of cultural projects Local: Espaço Sergipe Art Psychoanalysis Culture Dates: August 20th, 21st, 27th, 28th and September 3rd Dialogues between Cultural Production and Market Local:Sesc Jundiaí Date: June 6th, 23rd and 27th, July 4th, 11th and 18th Local:Cultural Workshops Oswald de Andrade Date: May 21st, 28th, June 4th, 11th, 18th and 25th Elaboration of Cultural Projects Local:Sesc SP Research and Training Center May 15th to June 12th Up
- Cristina Flória - Fotografia
Trabalhos fotográficos de Cristina Flória XINGU Yawalapiti people Behind the term “Indian” there is a cultural diversity invisible to the eyes of many, and often associated with what is “primitive”, backwardness. Brazil is a pluriethnic country. It does not have a single history, a single language. It is constituted by different forms of social, economic, political and spiritual organization. It is a source of rich cultural diversity. Populated by invisible Identities, which still do not have their material and immaterial knowledge recognized. clique na imagem para ampliar Aldeia Yawalapiti Parque Indígena do Xingu, MT, 2008 Aldeia Yawalapiti Parque Indígena do Xingu, MT, 2008 Aldeia Yawalapiti Parque Indígena do Xingu, MT, 2008 Aldeia Yawalapiti Parque Indígena do Xingu, MT, 2008 1/10 Up
- Cusco, Peru | Cristina Floria
Voltar a Destinos CULTURA NA eSTRADA Cusco Peru Onde os Andes Contam Histórias Cusco , ou Qosqo , em quéchua, significa “umbigo do mundo” e está localizada no sudeste do Peru, no Vale do Huatanay, em meio à Cordilheira dos Andes. A cerca de 3.400 metros de altitude, a cidade foi a capital do Tahuantinsuyo , o poderoso Império Inca, que chegou a se estender por uma vasta região da América do Sul, do litoral do Pacífico até os Andes. Pela sua enorme importância histórica e cultural, Cusco foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO em 1983. A origem de Cusco está cercada de mitos e histórias que ajudam a entender a riqueza da cultura inca. Segundo o cronista Inca Garcilaso de la Vega, o Deus Sol , Inti , fez surgir das águas do Lago Titicaca Manco Cápac e Mama Ocllo , considerados os fundadores do povo inca. Inti teria dado a Manco Cápac um cetro de ouro e orientado o casal a procurar o lugar onde deveria ser fundado o novo império. Eles seguiram viagem até chegar à colina de Huanacauri , onde o cetro finalmente penetrou no solo. Ali teria sido escolhido o local para a fundação de Cusco, dando início à história dos Incas, por volta dos séculos XI ou XII. Muitos anos depois, durante o governo do Inca Pachacútec , que Cusco ganhou a grandiosidade que conhecemos hoje. Considerado por muitos historiadores e antropólogos o verdadeiro fundador e grande responsável pela expansão do Império Inca, Pachacútec transformou a cidade na capital de um dos maiores impérios da América pré-colombiana. Ao lado de seu filho, Túpac Yupanqui , ampliou os territórios conquistados e organizou um vasto sistema político, econômico e administrativo. Para os Incas, Cusco não era apenas uma cidade: era um espaço sagrado. Toda a capital e seus arredores eram marcados por huacas , palavra em quéchua usada para designar lugares, objetos ou elementos considerados sagrados. Esses locais tinham grande importância religiosa e estavam profundamente ligados à vida cotidiana, às crenças e à organização da sociedade inca. Ao caminhar por Cusco e seus arredores, é possível encontrar diversos desses antigos santuários e centros cerimoniais. Entre os mais impressionantes estão Q’enko , associado a observações astronômicas e rituais; Sacsayhuamán , com suas enormes pedras cuidadosamente encaixadas e uma das construções mais impressionantes do período inca; e Ollantaytambo , um antigo centro religioso, militar e agrícola que preserva importantes vestígios da engenharia e da arquitetura inca. Visitar esses lugares ajuda a perceber que, para os Incas, a paisagem também fazia parte da sua espiritualidade. Montanhas, fontes, rochas, templos e caminhos não eram vistos apenas como elementos da natureza ou construções, mas como espaços carregados de significado e que faziam parte de uma relação muito particular entre o homem, a natureza e o mundo espiritual. apresentação de grupos indígenas de Ollantaytambo Como chegar No meu roteiro, cheguei a Cusco partindo de Nasca, em uma viagem de ônibus com a empresa Cruz del Sur . Os horários disponíveis são, em geral, noturnos, e o percurso leva aproximadamente 16 horas. Apesar de ser uma viagem longa, o ônibus é bastante confortável e a experiência acaba sendo interessante, principalmente porque, ao amanhecer, o trajeto revela paisagens belíssimas da Cordilheira dos Andes. A estrada é bastante sinuosa, mas justamente essas curvas proporcionam diferentes cenários ao longo da viagem. Para quem prefere ganhar tempo, outra opção é fazer o trajeto de avião, chegando ou partindo pelo Aeroporto Internacional Alejandro Valasco Astete , que atende Cusco e recebe voos de outras cidades do Peru. Essa alternativa é especialmente interessante para quem dispõe de poucos dias no roteiro ou não quer enfrentar muitas horas de viagem terrestre. No meu caso, optei pelo ônibus porque, além de ser uma alternativa prática, a própria viagem fazia parte da experiência. Em uma viagem pelo Peru, as distâncias são grandes e os deslocamentos podem ser uma oportunidade de conhecer melhor as paisagens e a diversidade geográfica do país. Da região central de Cusco partiam os famosos Caminhos Incas, uma impressionante rede de estradas que chegou a alcançar aproximadamente 40 mil quilômetros, conectando diferentes partes do império. Por esses caminhos circulavam pessoas, mercadorias, informações e os mensageiros do imperador. Era uma verdadeira rede de comunicação que ajudava a manter unido um território enorme e geograficamente desafiador. Com a chegada dos espanhóis, em 1532, esse cenário começou a mudar. Francisco Pizarro e seus homens invadiram Cusco e saquearam a cidade, dando início a um processo de destruição e transformação da antiga capital inca. Muitos edifícios e templos foram demolidos, e suas pedras foram reutilizadas na construção de igrejas, conventos e edifícios coloniais. Assim, a cidade espanhola foi sendo construída sobre as estruturas da antiga Cusco inca. Um dos exemplos mais impressionantes dessa sobreposição de culturas está no Korikancha , o Templo do Sol . Após a conquista, os espanhóis construíram sobre suas estruturas o convento dos padres dominicanos. Séculos depois, o terremoto de 1950 provocou grandes danos nas construções coloniais e acabou revelando, de maneira impressionante, a resistência das antigas estruturas incas. Enquanto parte da construção colonial desabou, as paredes de pedra do Korikancha permaneceram praticamente intactas. Catedral na Plaza de Armas Cusco: uma cidade onde a história permanece viva O que mais chama a atenção nessa história é a capacidade dos Incas de aprender com os povos que já viviam na região e incorporar seus conhecimentos. Aproveitaram técnicas de ourivesaria do norte, conhecimentos de arquitetura das populações costeiras, práticas de agricultura e pecuária do altiplano e redes de comércio do sul. Essa troca de conhecimentos ajudou os Incas a construir uma sociedade organizada e um sistema administrativo capaz de controlar um território enorme e muito diverso. No seu período de maior expansão, o Tahuantinsuyu ocupava grande parte da América do Sul, abrangendo o atual Peru e alcançando áreas que hoje pertencem ao Equador, Colômbia, Bolívia, Argentina e Chile. Para conectar lugares tão distantes e diferentes, os Incas construíram uma impressionante rede de caminhos, centros administrativos e sistemas de comunicação. Tudo isso funcionava de maneira integrada, mesmo diante das enormes distâncias e das dificuldades impostas pela Cordilheira dos Andes. A chegada dos espanhóis, não significou apenas a mudança de quem controlava o território, mas foi também o encontro, muitas vezes violento, entre duas culturas e duas maneiras muito diferentes de compreender o mundo. De um lado, a sociedade espanhola, profundamente ligada ao catolicismo; de outro, as culturas indígenas, com suas próprias crenças, rituais e formas de se relacionar com a natureza, os ancestrais e o mundo espiritual. Com a conquista, os espanhóis passaram a impor a religião católica e a combater as práticas religiosas indígenas. Muitas huacas, lugares ou objetos considerados sagrados, foram destruídas ou transformadas. Também foram perseguidos os mallquis, corpos preservados de ancestrais importantes, assim como os cultos comunitários dedicados aos antepassados. Esse processo ficou conhecido como “Extirpação de Idolatrias ” e teve consequências profundas para as culturas indígenas. Não se tratava simplesmente de destruir templos ou objetos religiosos, mas de tentar interromper costumes, crenças e tradições que faziam parte da identidade e da memória desses povos. É por isso que conhecer essa história muda um pouco a maneira como enxergamos Cusco. Quando caminhamos pela cidade e admiramos suas antigas construções, percebemos que aquelas pedras carregam muito mais do que beleza arquitetônica. Elas sobreviveram a guerras, à conquista, à destruição e às transformações que vieram depois. É justamente essa mistura de tempos que torna Cusco tão fascinante. Em uma mesma rua podemos encontrar uma parede de pedra perfeitamente encaixada pelos Incas, uma igreja construída durante o período colonial e, ao redor delas, uma cidade moderna, viva e movimentada. O passado não está separado do presente: ele continua fazendo parte da paisagem e da identidade de Cusco. Visitar a cidade, portanto, é muito mais do que conhecer uma antiga capital inca. É caminhar por um lugar onde diferentes capítulos da história do Peru permanecem lado a lado. Cusco é uma cidade em que o passado continua presente — nas pedras, nas construções, nas tradições e, principalmente, na memória de seus povos. Voltar a Destinos Up





